Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]

a complexidade das falácias

a complexidade das falácias

Palavras que nunca te direi

Nos últimos tempos tenho reflectido imenso, sobre tudo. E cheguei à conclusão que nada é como antes...tudo perdeu parte da sua cor, da sua esperança e da sua vida e isso trouxe um certo vazio à minha vida.

Quando te conheci senti que esse vazio se preenchia de uma maneira quase inexplicável mas muito bonita. Mas ao longo do tempo eu apercebi-me de uma dura verdade: tu não me fazes bem. Por muito que me esforce não consegues ter os mesmos sentimentos que eu e isso faz-me ficar insegura, confusa, anulada. Penso vezes sem conta no que é que eu faço ou digo que criou aquela linha de separação entre nós os dois e chego à conclusão que não fiz nem disse nada, por e simplesmente as pessoas apaixonam-se. E eu apaixonei-me por ti. Tu não te apaixonaste por mim. E o vazio voltou a regressar. E apesar de falarmos todos os dias, de eu te ir ver brevemente e de tu me dizeres palavras que me devolvem a esperança, eu sei que estar contigo não me faz bem. Porque a minha cabeça só ouve aquilo que quer ouvir de ti, ignora os sinais. Eu própria ignorei os sinais porque uma vez na vida quero fazer as coisas sem pensar, sem medir as consequências, sem jogar pelo seguro. Quero submeter-me ao "proibido", quero experimentar o "não dever", quero arriscar contigo. Porquê? Porque tu me trazes a tal cor, a tal vida.

Mas tu tens esse poder...o de dividir os meus pensamentos naquilo que devo fazer, dizer, ser. Mas hoje apetece-me estar contigo e não pensar no resto por momentos.

1 comentário

Comentar post