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a complexidade das falácias

a complexidade das falácias

Extremos

Quem me dera não ser tão extremista nos acontecimentos da minha vida, principalmente com as pessoas. A verdade é que estou cansada de entregar tudo de mim a pessoas que não fazem nada por mim. Cansada. E não, não me preocupo nem cuido dos outros com a esperança convicta de que irei receber uma recompensa ou algo em troca. Faço-o porque o meu carácter assenta em vários valores que pelos vistos as pessoas que me rodeiam não têm.

Não digo que passarei a ser amarga e rancorosa com todos. Por e simplesmente aprendi que não posso dar tudo quando as pessoas não estão dispostas a oferecer uma boa conversa, uns dez minutos de apoio, uma palavra especial e amiga. Tenho que viver com certas desilusões e com o tempo torná-las em meras aprendizagens.

No entanto, confesso, que uma espécie de mágoa deu lugar a uma vontade de uma pequena vingança. Não sádica, mas fria pois questiono-me: Porquê darmos tudo de nós se o que recebemos de volta é uma ausência e uma indiferença que nos corrói dia após dia? Vou bloquiar a minha mente e aprender a viver num mundo tão extremista onde existe amor, solidariedade, laços mas também guerra, injustiça e preversidade.

 

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