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a complexidade das falácias

a complexidade das falácias

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Nos últimos dias tenho-me entretido a ler as inúmeras iniciativas literárias que tenho escrito nos últimos tempos e digo-vos eu: ainda bem. Tudo o que li remete-me única e exclusivamente para o seguinte pensamento indubitável: sou a rainha dos melodramas na blogosfera. (shame on me, eu sei.)

Como é que é possível, sendo eu uma pessoa com uma dose considerável de sentido de humor, escrever apenas sobre um desgosto amoroso? Tudo bem que foram dois anos mas também já chega de me centrar em algo que já nem sequer existe. 

A verdade é que eu estou farta de Lisboa. Uma cidade que amei com todas as minhas forças hoje não me diz absolutamente nada. As ruas lembram-me as noites de alcóol imprudente, os tempos de uma rebeldia deliciosa que existiu outrora, uma colecção de histórias épicas e um tanto surreais. No entanto também me relembram o sentimento de prisão que eu sinto todos os dias. 

Coimbra fazia-me renascer. Fazia-me descobrir novos lugares e vaguear com os olhos por todas as paisagens e caras novas. Tu proporcionaste-me uma liberdade que eu necessitava. No entanto ao mesmo tempo acorrentavas-me a ti. E eu não nasci para estar acorrentada, muito menos a alguém com mais seis anos do que eu e que é um indeciso. Já me deste demasiado a volta á puta da cabeça com as tuas indecisões e complicações.

Adeus.


Brevemente apresentarei um novo endereço que será um segmento deste blog. 

Mia.


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