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a complexidade das falácias

a complexidade das falácias

tudo o que escrevo são eufemismos

Tudo começa com uma troca de opiniões mais acesa e tudo acaba com uma discussão em que se ameaça que se vai bater com a porta. No fundo posso utilizar a analogia de um chão coberto de minas prestes a explodir ao mínimo "senão" ou à mínima desavença. Eu juro que procuro dentro de mim todas as razões para ser tolerante e racional contigo mas como é que o posso ser se sinto que tudo em ti me soa a incoerência e utopias? Por e simplesmente não respeitas as opiniões opostas às tuas e por isso quem não está contigo está contra ti. Mas eu vou desistir de tentar atingir este objectivo que é o de te compreender. Da minha parte vais ter toda a incompreensão do mundo, a mesma que tens comigo. Porque tu nunca foste altruísta o suficiente para te colocares no meu lugar uma vez que fosse. Pelas mais diversas razões, não me apetece falar contigo nos próximos meses e desta vez sinto que não é passageiro. Simplesmente já me cansei de tentar compreender uma pessoa que não se compreende a si própria. Quero viver a minha vida o mais longe possível das tuas ideologias, dos teus planos e das tuas decisões. Quero que percebas de uma vez por todas que não estou a ter uma crise hormonal típica desse mundo complexo e louco que é a adolescência. Eu quero apenas construir o meu futuro à minha maneira e sem interferências de terceiros. Essencialmente sem interferências tuas. 

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