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a complexidade das falácias

a complexidade das falácias

Os melhores de 2013

1. Série: Sendo eu uma fã acérrima de séries são muitas as que acompanho. No entanto as que comecei a acompanhar a partir de este ano e que me prenderam ao ecrã desde o primeiro minuto foram: Game Of Thrones, Bates Motel, Arrow e The Big Bang Theory.

 

2. Filme: Não é preciso conhecer-me bem ou fazer uma análise psicológica detalhada da minha pessoa para que toda a gente saiba que sou uma fã assídua do mundo cinematográfico e de tudo o que se relacione com ele! Sou mesmo capaz de ver em média um filme por semana. Adoro filmes de terror, adoro um bom western.  Tenho uma lista quase gigante de filmes que vi este ano portanto aqui estão aqueles que me marcaram particularmente: A Clockwork Orange de Stanley Kubrick, Django Unchained de Quentin Tarantino, Lost In Translation de Sophia Coppola, The Machinist de Brad Anderson e Silent House de Chris Kentis e Laura Lau.

 

3. Livro: Vivo da escrita e dos livros. No entanto este ano de 2013 não foi tão dedicado á literatura como eu gostaria pelas mais diversas razões. Foi um ano complicado. Eis os livros favoritos deste ano: Guerra e Paz de Lev Tolstoi, Os Pilares da Terra de Ken Follett e Memorial do Convento de José Saramago.

 

4.Viagem: Viagem a Coimbra por causa d' "a personagem". Viagem a Trancoso onde passo aquele que é o melhor mês do meu ano. A verdade é que este ano foi completamente escasso a nível de viagens, algo que sinto uma necessidade tremenda de mudar. No próximo ano vou meter a mochila ás costas e quem sabe escrever um diário sobre as peripécias das minhas viagens!

 

5: Post: São muitos os blogs que me proporcionam leituras deliciosas por isso não consigo eleger como favorito um post em concreto, além disso estive ausente do mundo da blogosfera durante quase um ano mas posso garantir que os blogs que sigo neste momento são os que me prorcionam os melhores momentos de leitura. 

 

 

(des)conhecido

Tenho a dizer que sou uma pessoa que anseia desenfreadamente sair da sua zona de conforto, de pisar chão desconhecido e de me rodear de tudo aquilo que não conheço. E é minimamente estranho sendo eu uma pessoa não propriamente extrovertida á primeira vista. 

Desde miúda que sinto necessidade de sentir tudo intensamente, de viver de maneira louca. Sou impulsiva. E isso traduziu-se em muitos disparates e fases idiotas em que as hormonas conseguem prevalecer ao lado do cérebro. 

Felizmente ultrapassei esses devaneios provenientes dos dilemas do mundo louco adolescente. No entanto, hoje ainda me sinto muito imprevisível e impulsiva como á uns anos atrás. 

Acho que todos nós temos aquele sonho comum de meter a mochila ás costas e enveredar pelos bosques densos da floresta e eu fiquei ainda mais obcecada com essa ideia desde que comecei a ler Tolstoi. Assusta-me um bocado a saturação que sinto de Lisboa neste momento. No entanto hoje á noite vou passar pelo Bairro Alto a ver se o espírito nocturno lisboeta ajuda em alguma coisa este desânimo persistente. 

Na verdade estou completamente ansiosa que o próximo ano lectivo chegue para começar a colocar em prática tudo aquilo que tenho nesta mente que consegue ser sã e tresloucada no que toca a assuntos relacionados com o futuro e para ver (alguma) compensação derivada da vida lixada que tenho tido nestes últimos meses. 

Tenho sede de conhecimento, sede do desconhecido, sede de respirar ventos renovados. Definitivamente preciso de me dedicar a algo realmente produtivo. 


 

 

Deixo-vos com este vídeo sublime. Com amor,

Mia. 

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