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a complexidade das falácias

a complexidade das falácias

power songs

Se dependesse de mim poderia existir um grupo anónimo de viciados em música. A sério. Sou capaz de ficar a conversar e a discutir sobre música durante um dia inteiro, basta darem-me conversa por isso não caiam nesse erro fatal.

Quando me sinto melancólica a tendência é para ouvir as músicas mais deprimentes e depressivas que constem no meu iPod mas quando estou enérgica ou quando pelo menos me quero sentir enérgica eis as músicas que não saem do "repeat":

 

 

 

 
Queen - I Want To Break Free
 

 

 

The Offspring - Want You Bad

 

 

 

 

Anthrax - Antisocial

 

 

 

Pantera - Cat Scratch Fever

 

 

 
 Nirvana - Smells Like Teen Spirit
 
 
 
Arctic Monkeys - Crying Lightning
 
A lista seria muito extensa, acreditem.
Enfim, este post veio mesmo a calhar uma vez que coloquei um player de música aqui no blog. É importante dinamizar este espaço.

psicologia verbal*

As palavras são biografias das emoções vividas. Os olhos são lentes da alma e a visão é turva devido à incongruência dos diálogos recordados. E ainda existe delicadeza nas palavras escolhidas apesar de me sentir fria como uma pedra numa manhã de nevoeiro. A minha ideologia é a de que nos podemos apaixonar pelas coisas da vida sem precisarmos de alguém. Apaixonarmo-nos por pequenas coisas como um olhar retraído que vai dar origem a uma história de amor ou a um acenar à distância que vai ditar o adeus de um capítulo.

Ele nunca a amou. Porque o amor é um copo meio cheio de nada. Porque a comunicação se tornou nefasta e estas palavras sem nexo significam a descrença. Descrença nas pessoas, na entrega e em tudo o que disto pode advir. Os impulsos são traiçoeiros por isso vou cumprir a minha justa pena.  

 

 

*expressão carinhosamente retirada do "Livro do Desassossego".